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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Imagens de GTA Vice City para iOS são reveladas

O Jogo está estranho (tal como GTA III Portable) ! Porém para celular e tablet não se deve exigir muito !

           

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

3 Coisas que esperamos do Wii U


Todos nós estamos sabendo do polêmico Wii U, possível sucesso, possível fracasso. Todos em dúvida, nós que não perdemos uma fizemos uma lista de 3 coisas que não podem faltar no Console para que ele seja um
sucesso









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Brazilian International Game Festival: feira de jogos indie acontece em São Paulo




O BIG – Brazilian International Game Festival está chegando. O primeiro festival internacional de jogos independentes realizado no Brasil acontece de 22 de novembro a 02 de dezembro, no MIS (Museu de Imagem e do Som de São Paulo) e, além de apresentar e premiar os melhores games independentes do ano no Brasil e do exterior, terá várias outras atrações.
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Playstation 4 será lançado no final de 2013

Michael Pachter, analista da indústria de games, falou à revista norte-americana Play Magazine sobre a próxima geração de consoles da Sony. Segundo Pachter, o suposto PlayStation 4 deve ser lançado entre outubro e novembro do próximo ano. Para o analista, a Sony não vai querer ficar atrás da Microsoft novamente.
                            
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Review: Dishonored

Em meio a tantos fps, Dishonored busca alcançar seu espaço com uma jogabilidade que varia entre combates diretos, com espadas, e armas de longo alcance, como pistolas e bestas. A fórmula deu certo e o game aponta como um dos candidatos a jogo do ano.

Você controla Corvo, um soldado real que presencia o assassinato da imperatriz de Dunwall e ainda é acusado de ter cometido o crime. Depois de sofrer pelo que não fez, o personagem é ajudado por uma conspiração secreta, que pretende tomar a retomada da cidade. Aliado a isso, Corvo busca se vingar daqueles que tramaram contra ele.

A trama possui um desenrolar interessante, mas que acaba pecando pelo excesso de diálogos. Existe a possibilidade de você correr boa parte deles, mesmo assim, caso prefira entender o desenrolar do enredo, é preciso prestar muita atenção em tudo que é falado, mesmo com aqueles meros coadjuvantes.
                        

Missões secundárias e ações furtivas

Dishonored começa de uma forma linear, até para que o jogador se acostume com todos os comandos do game. E logo depois do início da trama, você se depara com um mundo aberto, - que lembra bastante o apresentado em Fallout. A partir desse ponto, cabe a você seguir o rumo principal, ou optar por caçar itens secretos e cumprir missões secundárias.

Enquanto o objetivo principal segue à risca a trama do jogo, muitas das missões secundárias são paralelas aos eventos e chegam a ser totalmente dispensáveis. Talvez por isso, você possa optar por ignorá-las e terminar a Campanha em um tempo bem menor. Já correr atrás de Runas – que concedem novas habilidades ao personagem – é uma tarefa que deve ser aplicada diversas vezes ao longo do jogo, já que o grau de dificuldade de seus inimigos não é nada fácil.

E sobre como completar o seu caminho principal, você pode optar por usar a melhor estratégia, seja ela baseada em ações furtivas, ou em um combate direto contra seus inimigos sem se preocupar em não fazer alarde. Claro que as ações sem chamar atenção são as mais indicadas, pois além de poupar munição, evitam o combate direto e, consequentemente, danos.
                           

Jogabilidade inovadora
A jogabilidade de Dishonored merece elogios. Ela busca mesclar ações com armas de fogo ou bestas, e golpes de espadas. Sendo assim, seu personagem esbanja uma habilidade incrível para golpear com um braço e atirar com o outro. E por mais confusa que seja, ela inova e encaixa perfeitamente naquilo que o jogo proporciona.

Nos combates direto, seu personagem pode golpear e defender. Os movimentos são ágeis o bastante para que essa seja quase sempre a tática usada para eliminar seus inimigos sem gastar munição. Porém, ainda existem falhas na hora de apresentar a distância exata entre o jogador e o oponente, o que acaba acarretando em momentos que você se acha distante o suficiente de seus adversário, até que ele consiga desferir um golpe certeiro.

O sistema de mira também funciona muito bem. Como não há um modo de ampliar o zoom, a mira funciona de uma forma semi-automática. Sendo assim, basta posicioná-la por alguns minutos sobre o seu adversário, que o disparo surtirá efeito. Mas é preciso pensar muito antes de qualquer ação com esses tipos de arma, já que a munição ao longo do jogo é bem escassa.

As ações furtivas são uma boa opção para evitar o confronto direto com seus oponentes, que quase sempre agem em bandos. As habilidades também possuem a sua parcela de importância no jogo. É possível se teletransportar para curtas distâncias, convocar ratos, entre outras habilidades bizarras. Mais ainda sim fica uma sensação de que faltaram mais poderes de combate.

Visual deixa a desejar

O visual de Dishonored é uma mescla de Bioshock com Borderlands. Tudo ao seu redor faz com que você se sinta em pleno século 18, seja pelas armas utilizadas ou pelo figurino dos personagens. E a forma com que tudo é construído ao seu redor agrada bastante.

Só que, embora os cenários sejam bem detalhados, fica um ar de simplicidade nas construções. A mescla de gráficos poligonais com desenhos não agrada tanto quanto em outros jogos, e acabam resultando em ambientes e localidades poligonais e sem um efeito de luz e sombra.

Os personagens também possuem um traço meio cartunesco, o que em certos pontos não combina com a seriedade do enredo. Um grande exemplo fica por conta da forma com que os ratos – que atacam em bando – são eliminados. Metade deles simplesmente desaparece, e o que resta são pedaços de carne morta sem qualquer detalhe mais realista.
                           

Conclusão

Dishonored é um game fps que se diferencia por apresentar uma jogabilidade inovadora, que diverge entre combates com armas brancas e de disparos. A campanha principal, repleta de missões secundárias, ajuda a ampliar a vida útil do jogo que peca em apresentar gráficos medianos e ausentar o modo multiplayer – item quase obrigatório em jogos do gênero.
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AC 3 Reveal Trailer



O Jogo já etá em primeiro nas vendas, compre o seu enquanto você ainda tem chance !





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Xing Ling Ultrapassa S3 em poder e preço


       
       O Tablet Meizu MX2 é melhor que o S3, melhor que o Nexus, além de ser mais barato !

MX2 é um xing-ling de respeito (Foto: Reprodução/GizmoChina)       O gadget é fabricado pela empresa Meizu, que não para de crescer no mercado local. O smartphone tem como principais características um processador quad-core de 1,6 GHz com estrutura do A9 Cortex, tela de 4,4 polegadas com resolução 1280 x 800 pixels e 347 ppi, além de ser bem fino, possuindo somente 3,15 mm de espessura.


       O MX2 roda uma ROM customizada - a Flyme 2.0 - no Android 4.1 Jelly Bean, tem memória de 2 GB e câmera com 8 megapixels. Ou seja, um pacote de especificações de respeito. O Galaxy S3, por exemplo, também tem uma câmera de 8 MP, mas é equipado com somente 1 GB de RAM e um processador quad-core de 1,4 Ghz.

       O aparelho chinês estará disponível a partir de meados de dezembro em duas versões: com 16 GB e 32 GB de capacidade para armazenar arquivos. O mais barato sai por US$ 400 (cerca de R$ 800), ou seja, apenas US$ 100 (R$ 200) a mais do que o Nexus 4.
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